
No universo que se fragmenta em dimensões há de se convir que o Eu também seja a somatória de suas partes.
Essas partes interagem como peças que integram o sistema, mas ao mesmo tempo elas também têm vida própria, quer dizer cada uma dessas partes que poderemos chamar de corpos sutis, atuam dentro de sua dinâmica vibracional com suas respectivas funções e atributos.
Desse modo percebemos quão amplo, dinâmico e complexo é o Ser Humano deste orbe Terra.
E nessa Odisseia de vida que emerge dos fractais de consciência que compõem um Eu divinamente infinito, imortal e interdimensional pela qualidade inerente de ser um multidimensional… Este “Ser” é uma Quimera nessa Odisseia, mas infelizmente no seu percurso de existir quando experiencia a terceira dimensão, ele fica tão impactado com as sensações que percebe, sente e usufrui através do corpo físico que se esquece que ele não pertence a esse plano e que apenas está experienciando oportunidades transformacionais para galgar a senda de sua evolução.
E nesse ínterim deste “vai e vem” das oportunidades encarnatórias na terceira dimensão, que damos o nome de erraticidade, pelo fato de que a pessoa continua sem consciência de quem é, de seu processo de evolução e de seu EuSou… Então nada mais lhe resta do que vagar pelos seus erros, buscando compreensão no aprendizado para possíveis ajustes em nova oportunidade encarnatória.
E nessa “inconsciência” que vai se perpetuando de Tempos em Tempos, de Encarnação em Encarnação, de Erraticidade em Erraticidade… Só vai condensando, solidificando, embrutecendo a natureza volátil, sutil e sublime do espírito de natureza divina. O que faz com que este, estando encarnado na terceira dimensão, sinta (desejando acreditar) ser deste plano e pertencer a este plano de terceira dimensão. E mesmo quando ao desencarnar chega no plano sutil, sublime e espiritual, este “Ser” se sente um estrangeiro, se revolta por ali se encontrar, fica inquieto por não conseguir se adaptar, proporcionando mais conturbação, resistência, que às vezes até manifesta uma rebeldia evidente. E este novo “modus operandi” de ser e viver, dificulta absurdamente a sensibilização deste “Ser”, onde se faz necessário em questão emergencial, incluirmos o “valor” da predisposição mediúnica para que consigam em mínimas doses homeopáticas, acordar despertando com o intuito de conduzir este indivíduo a vislumbrar novos horizontes que na verdade são os reais de fato.
E Assim segue o “Ser” subjugado aos do circuito de “Samsara”, nasce e morre, morre e nasce, tantas vezes sem saber quem é, que este, não consegue fugir deste circuito alienante, desta condicionada e adulterada versão de sua natureza de ser, se distanciando de seu propósito real deste existir. Seguindo e se mantendo pelo infinito, refém do próprio karma, o que assim não deveria ser, se houvesse ciência e consciência do porquê deste propósito encarnatório na terceira dimensão. E sem consciência, embriagado pelo torpor da inconsciência, os erros se acumulam, os vícios se multiplicam, e a natureza divina, quase se torna conspurcada pelo próprio Eu que a desconstrói a cada dia nessa vida dinamicamente Robotizada, deste incrivelmente submetido, cativo e dominado pelos valores da materialidade efêmera e cármica. O Karma que se perpetua e se avoluma é de única competência da irresponsabilidade desinteressada do protagonista vigente.
Infelizmente assim tem sido e assim é. Mas… Ainda é Tempo! E Tudo pode ser grandemente transformado e transmutado.
Então vos convoco suplicantemente, desapeguem-se deste desejo tão arraigado em vossos âmagos, de vos tornardes protagonistas desta terceira dimensão.
Vós sois muito mais reféns de vossos inconscientes desta vida e de outras vidas, do que vós podeis imaginar. Até mesmo o mais poderoso dos poderosos deste plano tridimensional ou o mais rico dos ricos, estes ainda são mais prisioneiros do que aqueles que na pobreza exercitam o desapego material com oportunidade de trilhar os passos de um neófito a humildade.
E vos alerto: o desapego de quem és neste plano da materialidade é o primeiro passo para que consigam internalizar os conceitos espirituais em verdade e a pequenos passos conseguirem resgatar sua memória plena, sua consciência multidimensional, compreendendo a realidade em verdade de quem és: a que veio, e para qual destino, neste circuito encarnatório; bem como, para qual propósito, no processo da evolução como um multidimensional que és.

Então façam seus procedimentos de reintegração do Eu, quer dizer, aqueles, quando estando em oração ou meditação; ou em um circuito de mantras; ou em procedimentos educativos e disciplinares, como os Protocolos Energéticos Espirituais da Casa SAMA (cuidadosamente preparados para vos dinamizar exercitando a competência espiritual que há em vós) e com estes, conseguir se aprofundar aproveitando desse momento em uma ambientação tranquila, de introspecção verdadeira, no treino da expansão de seu compêndio multidimensional que conheceis como corpo físico e seus corpos sutis… Se assim fizerem continuamente, por todos os dias de vossas vidas, estarão investindo no seu Despertar verdadeiro.
O que quero dizer com despertar verdadeiro, é que, somente um ato disciplinar, em intenção dedicada e continua pelos procedimentos de introspecção, cujo circuito, por si só garantem uma psicosfera altamente diferenciada, positiva e elevada, a “Quem realiza” continuamente este exercício de Alma, como protagonista de sua história de vida e de seu existir, para conseguir transcender, quer dizer, conseguir sair dessa tal “Matrix”, como vós mesmos a intitulam. Alcançando inclusive a “Todos”, com quem este “Ser” determinado e disciplinado se relaciona; refiro não somente às interações no plano físico, da materialidade, bem como, às que vivenciamos no pano sutil, espiritual, mesmo que não mantenhamos recordações.
Este é um dos procedimentos iniciais, para o processo da auto iniciação daquele que deseja ser um viajor sideral pelo multiverso celestial.

Este é apenas um minúsculo esforço, um tanto desafiador, determinantemente necessário ao “Ser” que deseja viver com coerência, inerente a quem realmente é, um Viajor Estelar, um Viajor Galáctico, um Viajor Cósmico.
Vibro Clamorosamente, que aceitem o desafio de começar e, conseguir manter este processo, que sempre irá solicitar de interessada disciplina, disciplina, disciplina.
Este é apenas um pequeno lampejo consciencial que efluo a vós com o meu coração enternecido, vibrante e jubiloso pela oportunidade desta feita.
Como estou a me expressar entre cultos e bem desenvoltos na compreensão e na expressão do viver, humildemente agradeço a oportunidade, ciente de que por ora, nada de novo eu possa ter evidenciado mas, talvez, quem sabe, este novo prisma, com sugestivas formas pensamentos que busquei manifestar, quem sabe esta possa vir a ser “a oportunidade” em que vós compreendereis a importância de manterem as rédeas da condução desta intimização com vosso amado e querido Eu…
Como consta a citação no Templo em Delfos: “conhece-te a ti mesmo”, como uma referência a quem compreende que o corpo físico é a “Casa de Deus”, ou melhor, o verdadeiro “Altar com Deus”, onde vós podereis dizer com propriedade: “Eu Sou Um com Deus”.
E conseguem compreender que este soberano criador “O Eterno” vive em vós? E por isso o Cristo Jesus, “O Vivo”, afiançou dizendo: “vós sois deuses”.
E Deus, faz morada em teu íntimo? Vos já experimentastes o Divino que há em vós?
Faço votos que compreendam que esta é a única porta, o único Portal por onde inicia-se o processo da reconexão com o que és, para ascensionar ao “Ser” que jamais cogitaram supor imaginarem ser, este “Ser”.
Vamos edificar juntos a Ponte do translado em Cristais vibrantes que sois?
“Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses” – Sócrates
Obs.: os “deuses” da citação acima, são os irmãos deuses como vós sois, são vossa parentela espiritual em verdade, a real Realeza Celestial em Irmandade.
Avante Lucigênitos, ao infinito do infinito do universo, O Cosmos, vos aguardam. Vamos transcender, ascensionando, iluminando?
Até breve!
Namastê-Yom
“Namastê-Yom” é o pseudônimo que o “Espírito ou Consciência Espiritual”, desejou usar e literalmente significa: “Curvo-me perante a ti” (namastê) neste dia (yom).
Mas segundo o próprio Espírito ele também deseja manifestar este entendimento: “O dia em que o Deus que habita no meu Coraçao, saúda o Deus que habita no seu Coração”.





