Relacionamentos e possíveis comprometimentos

(Pelo Espírito Elízias)

O que poderia vir a ser comprometedor àquela pessoa, que deseja viver seus dias no cumprimento das leis e valores éticos morais?

O Ser Humano da atualidade vem banalizando seus vínculos afetivos…
O processo de manutenção de um bom sentimento, de uma boa amizade, de um bem querer, da boa interação com as mais diversificadas frequências afetivas e amorosas, vem causando exaustão às pessoas, elas não percebem que estão negligenciando a relação consigo mesmas e consequentemente suas relações estão sendo malbaratadas e que essa não percepção ou descaso, está aniquilando o “valor” das pessoas em vossas vidas, corroendo inclusive laços etéricos tanto com a parentela biológica (consanguinidade) e consecutivamente com a parentela espiritual (almas, pessoas afins).

É importante ressaltar que são estes exercícios diários com as “parentelas” no plano das convenções encarnatórias que irão garantir e perpetuar superações, resoluções, conquistas e vitórias.

Ao ser inserido em um clã familiar, é necessário que se cumpra dignamente os trâmites deste padrão de maior densidade cármica, para atrairmos naturalmente as benesses e sutilezas pré-estabelecidas. O exercício nos padrões mais densos garante o inimaginável em oportunidades e realizações. Sem experienciar essas interações que possibilitam a renovação dos padrões cármicos ruins, estes se manterão reverberantes dificultando para este ‘Eu’ em questão, acionar e manter a lei de atração, tanto para os vínculos de maior leveza e afinidade, bem como para as experiencias realizadoras, que são determinantes para que seja constituído novos padrões de bons carmas.

Sem esse aprimoramento e desenvolvimento tão necessário a emancipação do ‘Ser’ em sua totalidade, será observado vulnerabilidade e possível desconstrução da malha de sustentação do indivíduo, que é a família predestinada, o clã provedor que o recebeu pós nascimento. E com o passar do tempo aquele tal “vazio” tão comentado, vai gradativamente se estabelecendo no âmago da alma.

É necessário cumprir o “básico” com relação a vida tridimensional, para que esta experiência encarnatória seja renovadora, aprimorando e sublimando os densos fardos do passado. Possibilitando assim, o emergir de habilidades e talentos latentes que favorecerão a contextualização do Ser Multidimensional neste agora, e de sua fluência pela egrégora da prosperidade, conquistando degraus na evolução.

A indiferença ou negação da família provedora, que lhe recebeu neste existir é um ato tresloucado que desencadeia imprevisíveis consequências, principalmente quando este ‘Eu’ se permite “dar vazão” a vida aturdida que prioriza sensações, colecionando retalhos de ideações oníricas, sem nenhuma coerência com as pautas que proclama ou com a programação pré-estabelecida, que nada mais é que um “fio condutor” ao êxito da encarnação vigente.

O sucesso que todos vós tanto desejais, em qualquer que seja o segmento da vida, este necessita de um apoio, um alicerce, quer seja constituído dos vínculos com as “Parentelas” ou, quer seja pelos laços efetivos com o Eterno Deus, com a Espiritualidade Amiga. Mas se o indivíduo não deseja burilar seus vínculos parentais nesta encarnação, torna-se emergencial que este se estabeleça em fervorosa aliança com sua Espiritualidade Amiga, sua Hierarquia espiritual.

Sem um alicerce fundamentado em padrões relacionais, o indivíduo sem anteparos estará predisposto aos desmoronamentos, em algum ou alguns seguimentos de sua vida. Exatamente por não perceber e/ou não desejar nutrir o tal “vazio interior” que só é minimizado com a interação saudável e integração harmoniosa com algum padrão de vínculo relacional: parentela biológica (consanguinidade), parentela espiritual (almas, pessoas afins), hierarquia espiritual (espiritualidade amiga do plano sutil espiritual). Quando esse “vazio” é negligenciado as “crises existências” acontecem, desencadeando situações que poderiam ter sido evitadas se houvesse um olhar mais interessado para o próprio Eu.

A dificuldade de olhar para o outro e procurar enxergá-lo como ele realmente é, buscando interagir com essa verdade do melhor modo possível, está na mesma proporção da dificuldade deste mesmo indivíduo em se interessar por si mesmo, pelo seu autoconhecer-se.
E “sem” essas interações, principalmente consigo mesmo e com outros vínculos relacionais, o alicerce deste fluxo existencial torna-se frágil, sem força, sem vitalidade para as adversidades. E a egrégora da Ancestralidade, passível de vir a ser ancorada para vos salvaguardar, também não acontece exatamente pela vulnerabilidade que este indivíduo se encontra.

Por esta razão, que muitos afirmam que esta egrégora da Ancestralidade só consegue ser assimilada e ancorada, geralmente após os cinquenta anos de idade, quando o indivíduo, provavelmente, já tenha se resolvido e/ou conseguido abrandar questões relacionais.

A egrégora da Ancestralidade é naturalmente ativada no indivíduo, pelo bom vínculo com seus genitores, se por alguma questão esse relacionamento foi interrompido, este indivíduo necessita exercitar com urgência, o fluxo da gratidão pelos seus antepassados, em agradecimento fervoroso pelo seu existir e pela dádiva desta encarnação. E então, este vínculo se constituirá gradativamente até se estabelecer vibrante.

A cada dia são inúmeras as oportunidades que um indivíduo tem para se apresentar melhor para ele mesmo. E o mais incrível, que tudo que é vivenciado em um dia está diretamente ligado a alguém ou algo: uma pessoa, um animal, a natureza, os objetos que envolvem seu trabalho profissional, o plano espiritual… E são essas atitudes e seus possíveis vínculos, que farão a diferença na desenvoltura deste indivíduo que se permite interagir, integrar-se, em terapêutica socialização.

É fundamental estabelecer as bases desse alicerce pessoal, e que este possa ser constituído pelas diversidades, em maior fluência possível de vínculos responsáveis e respeitosos. E com certeza, quanto maior for a heterogeneidade das interações relacionais, com a devida conscientização de suas funções e responsabilidades, mais benfazeja será os eventos desta existência.

A vida vale pelo quanto cada um consegue “bem servir” a um propósito e jamais pelo quanto conseguirá usufruir. A dedicada e honesta semeadura lhe garante usufruir de boa colheita, sempre; mas mesmo assim, o laborioso semeador irá preferir manter-se diligente apesar de suas conquistas, pois não consegue se acomodar perante as reservas do crédito adquirido.

E voltando a pergunta, se o maior objetivo da encarnação é experienciar o “Bem” que possa ser feito ao próprio Eu e a outrem; como este poderá vir a ser avaliado e estimulado, até mesmo por ele próprio, se este indivíduo não se permitir avançar na predisposição ao bem-estar consigo mesmo e com o meio a que pertence, oportunizando possíveis superações, resoluções e conquistas?

Pelo Espírito Elízias

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