
(Pelo Espírito Yáhvenna)
A força da intenção garante o feito e seus efeitos.
Conforme for a disposição do conteúdo que está sendo inserido ou lançado, assim será sua reação ou consequência.
Qual a textura do elemento que está sendo utilizado como matéria prima de seus atos?
Carbono, hidrogênio, fogo, éter, água, terra, ar… Com boas ou más intenções?
Ou seria talvez, formas pensamentos, adornadas por um quantum significativo de emoções?
Mas… é fato, que todos os movimentos deste orbe de paradoxos, está sempre a nos informar, que o magnetismo entre a dualidade extremista, movimenta o que segue, no seu complementar que retorna; bem como tudo que é emanado do ‘eu’ ou pelo ‘eu’ a um determinado destinatário, haverá de voltar a este ‘eu’ remetente, cujo teor, sem maiores detalhes, não nos cabe especificar.
Então perceba a necessidade de se fazer calar a mente tagarela e alcoviteira, aquietando a língua motriz de suas razões, que sempre incitam o rebote de ondas sísmicas… Àquelas que são somatizadas trazendo conturbações a saúde integral de qualquer indivíduo.
O coração necessita vivenciar momentos harmoniosamente tranquilos, sem os imprevisíveis tormentos, sem os inquietantes abalos sísmicos, que favorecerão os tremores das arritmias… Então permitam-se aspirar um pouco da serenidade aos pulmões, para que estes possam cumprir o mais profundo e expressivo processo da nutrição pela respiração. E tudo mais neste Eu, densidades e sutilezas, seguirão reverberando pertinente ao comando da escolha que se faz.
Sendo constatável que da calmaria, a prudência e a resiliência são filhas e na “Calma de Maria” (de Nazaré) não há karma ruim que resista, que persista; então busque inspirar-se por quem possa lhe servir de exemplo na conquista pela mansidão que desarticula tempestades, dissipando os nevoeiros da ilusão.
O karma tem suas ações qualificadas e quantificadas, quando, auferindo a elas o peso equivalente as “intenções” (independente se boas ou más). E tudo será relativo ao propósito e condições do indivíduo, este que irá dar início ao evento. Lembrando que “atitudes” estão sempre entrelaçadas a terceiros: pessoas, situações, animais, objetos, circunstâncias pessoais/espirituais… E nestas várias instâncias, muitas vezes, as atitudes são regidas pelo inconsciente, sem conseguir ou sem desejar antever a repercussão do efeito de cada ação; pois seria necessário algum interesse com uma certa dose de atenção, para pré-estabelecer o alcance e a que dimensões chegariam as reações, as repercussões do tal feito.
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Mas… no atropelo da vida… Uma impactante gota de descuido, ou de distração, ou de um certo descaso inconsequente, poderá este repercutir expansivamente em inesperadas tsunamis circunstanciais e constrangedoras, supostamente desnecessárias se houvesse atenção interessada em se cogitar a possibilidade do perigo.
— Mas quem faz isso? Quem cumpre tal orientação?
— Então…
Sabe aquele tal karma? Ele será…
O karma vem, o karma vai… O karma vai, o karma vem…
Um karma empolado, no fluxo das indolentes ondas do mar de um dia…
E como ninguém deseja se voluntariar aos mares bravios…
Uma pausa… Respirar conscientemente é preciso!
E refletindo com acuidade, surge a vontade de se desejar…
Que possa haver coerência para atrair o melhor perante o que tiver que ser. E o que tiver que vir, que venha e que seja justo diante do que se empenhou. E que este ‘eu’ ao agir, consiga semear ou lançar ao além, o que gostaria que deste além ou deste outrem, retornasse para o seu bem.
E sendo assim, o Eu que atenciosamente provê consegue minuciosamente prever o que lhe será mais a frente, quando destituído das forças primais do instinto, que se manifestam da eloquente impulsividade dos imprevidentes, perante o imediatismo das imprudências, sempre ao acato da gerência do tal “Senhor Ego”, o cheio de razões… Aquele gestor das evasivas desculpas forjadas por questionáveis justificativas, consideradas por quem as profere, como sendo irrefutáveis. Mas… tal situação egoicamente abismal, constituída de precipitações, poderiam ter sido tranquilamente evitadas, quando aquele Eu que atenciosamente provê conseguisse minuciosamente prevê, o alcance dos efeitos desse desaguar de águas… Em ondas, em vagas, em brumas… Tudo sempre impelido por uma frequência vibracional, por um sismo…
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E vibro para que o leitor amigo perceba que não há motivos para cismas, tudo é uma questão de prisma.
Então… que possa haver boa vontade com o Eu que necessita amadurecer-se em coerências e bom senso, perante os complexos e triviais eventos dia-a-dia e assim, este processo de autoconhecer-se, da autotransformação ocorrerá brandamente sem tantas incidências desastrosas, desagradáveis. E que haja também a devida percepção do quanto se faz necessário o adestrar-se perante as inciativas de outrem, dos eventos manifestados por terceiros, afinal o que vem do outro, pertence a quem deu início ao tal evento que manifesta. Pois a intenção do outro, em verdade, nunca foi de atingir ou ferir alguém, mas infelizmente é o que este indivíduo sabe ou consegue fazer movido pelos instintos primais, perante suas frustrações e contrariedades… E assim é. Simples assim!
Busque evitar desagradáveis desconfortos! Cuide-se! Mantendo o foco no que se manifesta de seu Eu, este deverá ser sua maior atenção sempre: o Eu para que se vive é concomitantemente o mesmo Eu que dinamizou a vida para este existir. Só por esta questão já não seria uma bênção viver?
Vamos acalmar as ideias? Que tal arejar as ventas?
Vamos a praia desaguar? …Ondas, vagas, brumas…
Que tal relaxarmos seguindo o fluxo dos ventos?
Ah! Mas lembrando sempre do básico, providenciando o necessário: um kit de primeiros socorros e pelo menos um resumido manual de sobrevivência para situações inesperadas. Afinal, tudo pode acontecer…
— Surpreeesa! Cheguei!
— Osh! Estou partindo, houve um imprevisto, até a próxima. Fui!
Pelo Espírito Yáhvenna





