
(Pelo Espírito Maria Rogéria dos Santos – Professora Lélinha)
Professora Lélinha
O Amor é uma Prece sem fronteiras…
Para aquele que se permite amar e sentir suas vibrações…
E quando este Amor brota dos veios da alma sem deixar que qualquer mal-estar penetre no íntimo de cada molécula, de cada célula, de cada átomo… diremos que este que ama é um vencedor.
Mas quando o indivíduo se permite flertar com a danada da ‘Ira’ e temperamentos coadjuvantes que fortalecem este show de horrores… Modificando não só a sua psicosfera, mas de todo aquele que possa estar sendo contaminado pela presença conturbada do tal ‘Irado’. O ambiente também sofrendo bruscas alterações, permite que todos fiquem um tanto vulneráveis e os envolvidos, os que se encontram nesta ambientação, mesmo sendo pessoas calmas e mesmo conseguindo manter uma certa tranquilidade, estes também são afetados; e até mesmo àqueles que sensatamente buscam vibrar no amor, ou conseguem realizar uma prece.
Então estas pessoas que recebem o impacto dessas frequências de ‘Ira’ por estarem na mesma psicosfera, em mesma ambientação, estando sob o contagio dessas vibrações, sendo afetados por estas frequências vibracionais, que pelo ‘Irado’ foram emanadas e esparramadas, envolvendo todos e tudo, acessando sem avisar, sem pedir licença, invadindo campos áuricos, atrapalhando inclusive o fluxo natural da saúde de quem quer que seja. Impedindo também, que qualquer boa intenção, qualquer processo terapêutico ou de cura, destinada ao tal enfermo pela ‘Ira’, aconteça.
Então essas pessoas que agem confiantes de que possam arriscar-se por essas turbulências emocionais das intempéries do ‘Ser’, subestimam o poder desagregador das emoções tóxicas, que são emanadas e absorvidas em baixíssimos níveis vibracionais. Interessante que as pessoas temem vírus e bactérias e não conseguem perceber, são relutantes em aceitar que campos vibracionais em baixíssima frequência vão corroendo o pulso da vida, a boa dinâmica do organismo, que necessita de uma frequência salutar para que a vida se mantenha e se estabeleça.
No geral, as pessoas que rezam, estão sempre orando para que a Paz e o Amor prevaleçam, vençam e favoreçam a todos e tudo, proporcionando vida harmoniosa, bem-estar, com boa saúde ao corpo em bênçãos para a alma… E então, diante dessa tamanha insensatez que o ser humano pratica, fico a refletir, como conseguir emanar ou priorizar este amor, esta paz, quando o indivíduo está em um momento de vida, que só consegue interagir com sentimentos densos, expressando cólera, raiva, ódio e a tal ira?
E te garanto, que esta tal ‘Irá’, quando se manifesta, mesmo considerando uma possível dose de razão ao tal ‘Irado’; ou talvez seu mal humor aconteça por não aceitar que sua vontade seja contrariada; ou por causa de uma grande ‘Dor’ e seus envolvidos; ou ainda por qualquer outra questão que seja… Como essas pessoas, os possíveis ‘Irados’, hoje mais comumente conhecidos como os ‘surtados’, como conseguem acreditar que navegando por estes mares bravios conseguirão manter-se coerentes e possivelmente saudáveis? Como conseguiremos que o Amor se manifeste e consiga se manter abrandando cenários tão inóspitos? Como iremos trazer à luz da consciência para estas pessoas cujos campos vibracionais são padrões do adoecimento destes indivíduos, que tanto necessitam de ajuda para conseguirem receber as vibrações de cura?
Egrégoras benfazejas necessitam ser mantidas, para que ambientes com estas vibrações e emoções tão trepidantes sejam resgatadas e protegidas. Com intuito de favorecer os predispostos aos surtos de ‘Ira’, desejando que estes, em momento de tranquilidade, estando mais calmos, consigam perceber o quão caótico são as situações que são desencadeadas pelo desiquilíbrio emocional, e quem sabe, fazê-los enxergar além de suas carências e fragilidades, além de suas implacáveis exigências egóicas e egocêntricas, que este padrão vibracional dos conflitos consomem o razoável bom senso, a vitalidade das vísceras, o bom fluxo da imunidade, anulando todas as boas frequências, impedindo assim, que boas situações aconteçam, que a saúde se mantenha e inclusive, que as curas ocorram. E mesmo tendo ciência de que o Amor conseguiria interagir a favor de quem age e vive antagônico às boas vibrações, mas seriam estes indivíduos de padrões conflituosos interessados a mudanças? Será que sua ‘natureza de ser’ conseguiria fluir ou teria interesse em comungar com estas elevadas vibrações?
Então fico a refletir… será que pessoas com dor física ou Moral vivenciam o mesmo dilema? Como seria vibrar Amor quando a Dor física ou a Dor moral é maior?
Quando essa Dor que de algum modo surge, quando se ressente por um abandono… e a pessoa refém desta Dor só deseja extirpá-la, mas acaba agindo de modo a acentuá-la. Porque nesse momento é praticamente impossível priorizar o Amor, as emoções tóxicas já adentraram inoculando as entranhas… E não se consegue mais o bom senso nesta sanha; do mesmo modo que não conseguimos trazer lucidez ao ‘Irado’ em surto, que se acredita cheio das razões e que age sem dó dos reféns de sua façanha…
Então solicito a quem possa interessar ou a quem possa fazer sentido essas minhas palavras, busque estar mais com você mesmo e prontamente deseje se observar, que você queira e consiga se rever, se fortalecer, se resgatar em quanto há tempo…
Eu, Lélinha, quando consegui olhar para mim mesma, a primeira pergunta que fiz, olhando em meus olhos: Em qual momento, em que situação foi dada a permissão para que se baixasse a guarda, desligando a rede de proteção? Teria sido por negligência, ou por descaso, ou por abandono de mim mesma?
E assim sem desejar encarar minha dolorida realidade, acabo por escancarar a vulnerabilidade à portas largas, sem que fosse percebido, dia após dia…
E semanas, meses vão se passando, sem eu desejar perceber e, quando menos se espera, como consequência dessa distração de propósitos, essa minha tal ‘Ira’, pela Dor que se sente; surge então, entre os mais diversificados e amplos quadros desta minha vida, que eu já vivia como vitimada… Algo ainda mais apavorante, desabrochando então o fruto, dessas emoções torturantes.
Recebo o veredito desta ‘desorganização celular’, promovendo uma bagunça das mais desordenadas, daquela que estava aos arredores da minha psicosfera ‘Irada’, agora se instala em meu íntimo, como uma tal chaga indolente às regras.
Mas talvez você me perguntaria, se seria certo, ou se eu teria certeza de que toda Dor ou a Ira acontecessem assim?
E o que posso te dizer? Talvez nem sempre, mas… em muitos dos casos, possivelmente sim.
Porque a ‘Ira’ sempre será antagônica ao fluxo do Amor, e a Dor sempre irá constranger o vivenciar da Paz, como as pedreiras que estancam adulterando o curso de um rio. Mas cabe aquele que vivencia essa tal Dor tão pungente, buscar pelas orações, e na introspecção de sua súplica, desejar com a força da alma que esta Dor seja atenuada e que também, possa ser contido o poder do ‘amor próprio’, quando estiver como filho único do ego, evocando ‘Ira’ dos possuídos a se manifesta feito lenha às altas labaredas das emoções. Nesta fogueira do “amor ferido” que conquistou parcerias: do melindre, do ressentimento, da indignação; piorando ainda mais o quadro da vitimação. E com este ardor na alma, inflamando ainda mais, tudo que a Dor possa se assenhorar, principalmente quando o desespero arromba seu discernimento e a agonia asfixia suas esperanças…
Então o que posso sugerir é que antes que a Dor se agrave tornando-se a Reinante; olhe para uma flor, ou para um animal, talvez para a natureza, ou para algo especial, quem sabe alguém, que possa fazer vibrar em ti algum padrão de refrigério vibracional, como o Amor.
Sinta esse Amor, respire com harmonia a beleza que há na vida e do que mais conseguir contemplar… E aos poucos o foco de sua atenção mudará, minimizando a Dor que sem proclames chegou, desejando ficar.
Exercite seus bons sentimentos, recorde dos bons momentos, buscando ampliar positivamente sua frequência vibracional.
A Dor, qualquer que seja, poderá não passar por completo, mas no íntimo, te garanto, que tudo estará bem mais brando, bem mais calmo, trazendo alívio certo com pinceladas de paz. E mesmo, estando ainda em Dor…
As espaçadas frequências de Paz sempre irão auxiliar, àquele que deseja sair deste quarto escuro, que a mente se fechou, e lá ainda se encontra aturdido em muita solidão. E desse modo sem perceber, estaremos criando oportunidades para que outros possam auxiliar, com a lição do desapego, saindo do controle da Dor, quase sempre moral, estaremos desapegando do ‘espinho, desse estrepe, que é preciso deixa-lo ir, e isto, já será um bálsamo.
Só o Amor compreende e consegue permitir a cura dessa Dor que se sente. Então se permita amar algo ou alguém que não seja espinho ou estrepe, dentro do que possa ser ético, lícito e possível. E permita que o Amor acolha a sua Dor, higienizando as percepções, emancipando o discernir para que entendamos que algumas coisas até podem chegar para ficar, mas nada é definitivo.
Então deixe que ela, a Dor, te faça independente, pois afinal, você tem agora o Amor para gerenciar seu percurso.
A Dor te ensinará como ser forte para vencer a prisão que a Ira te atrelou. E agora fortalecida conseguirá dar os primeiros passos, para essa tal liberdade, que trará um imenso alento e novos horizontes. E com a mente mais organizada será possível compreender a dinâmica dos fatos, sem precisar ter razão, apenas, gratidão.
A maior lição que a Dor nos entrega, é a de que nada que tenhamos vivido, possa vir a ser motivo de indignação, revolta ou martírio… Lógico que existe o habitual desconforto, mas que este jamais venha nos abater, pois o baixo padrão vibracional nos impede de alçarmos voo, pela vida, pela Cura, com saúde e alegria de viver.
Mas para tal e antes de tudo, nos é solicitado a presença da Fé, acompanhada pela Esperança, para que ambas convidem a Resiliência, e que estas possam fazer parceria com a Empatia e então, o Amor Compassivo fluirá naturalmente pela Dor, pelo ‘Ser’ com Amor… E os primeiros raios de luz no horizonte irão colorir o porvir, que alvorece a cada dia, quando me permito, sentir-me observada pelos flashes da alegria e guardada pela convicção, do quanto a vida é valiosa e por mim muito amada e querida.
Gratidão pela oportunidade de apresentar as minhas melhoras e do como estou grata por já poder de algum modo colaborar. Desejando me fortalecer ainda mais, para auxiliar fraternalmente a quem desejar ouvir-me ou escutar o relato sobre estas tais ‘dores’. Vocês nem imaginam como estou sendo tratada nesta minha interação, e como estou sendo cuidada e muito apoiada pelos braços do Amor, que agora flui também pelos muitos confrades, que só sabem me animar, me fortalecer para que eu definitivamente transcenda a estas questões, que me fizeram retornar a Pátria Espiritual, antes de completar 50 anos.
Como podem perceber, agora estou bem melhor, estou conquistando minha paz, e por tanto, como sou grata.
Gratidão da Tia Lélinha, a Professora de sempre.





